Uma obra poética concebida pelo grupo de Teatro Macunaíma, não sobre Carmen Miranda, mas sobre o imaginário popular a respeito dela. A obra pretende estimular uma reflexão sobre o fetichismo e os estereótipos, além dos arquétipos. Este trabalho estreiou em Yokohama, Japão, para comemorar o 100º aniversário de Kazuo Ohno (2005).

Concepção e Direção – Antunes Filho

Trilha Sonora – Raul Teixeira
Operador de Som – Adriano Bolshi
Iluminação – Davi De Brito
Figurinos e Adereços – J.C. Serroni
Assistente – Juliana Fernandes
Restauração – Rosângela Ribeiro
Atualização – Rosangela Ribeiro

Elenco

Paula Arruda/Mariah Teixeira – a Menina
Lee Thalor / Juliana Galdino (*) – o Malandro
Emilie Sugai – a que Foi Carmen
Patricia Carvalho / Arieta Correa (*) – a Passista
(*) Juliana e Arieta fizeram parte do primeiro elenco em 2005 e Mariah da mais recente temporada em 2011.

“Este espetáculo foi realizado em homenagem a Kazuo Ohno que um dia inspirado em dançarina sul-americana elaborou sua obra-prima La Argentina”Antunes Filho

mais sobre Foi Carmen

Na imprensa

Carmen com Butô. O Diário do Norte do Paraná, julho de 2012.
Esteta do silêncio. Correio Braziliense, 19 de julho de 2012.
Antunes dança samba e butô no Festival de Curitiba. Folha de São Paulo, 15 de março de 2005.
Butô e samba num ritmo só. O Estado do Paraná, 17 de março de 2005.
Antunes alerta: “Vocês vão achar muito ruim”. O Estado de S. Paulo, 18 de março de 2005.
Carmen ‘contamina’ arte de Antunes. O Estado de S. Paulo, 27 de maio de 2008.
Delicado poema teatral. Diário de Pernambuco, 23 de março de 2009.